Dia de ippons e wazaris nos Jogos Regionais de Sertãozinho

No karatê, os atletas têm o costume de gritar no momento de desferir os golpes para estimular a pressão respiratória, aumentando, assim, suas potências / Foto: Adilson Lopez No karatê, os atletas têm o costume de gritar no momento de desferir os golpes para estimular a pressão respiratória, aumentando, assim, suas potências / Foto: Adilson Lopez

Achou semelhanças com os termos usados no Judô? Porém, o esporte em questão não utiliza técnicas de imobilização; é assim que funciona o Karatê

Gritos e golpes dos karatecas são os responsáveis por animar a sexta-feira de competições do 61º Jogos Regionais – Sertãozinho 2017. Uma média de 100 atletas, dos 16 municípios inscritos na categoria masculina e das 13 cidades da categoria feminina, estão disputando as melhores colocações do torneio, na quadra esportiva da EMEF “Professor José Negri”.

Ao todo, estão sendo disputadas nove medalhas de ouro na categoria masculina e sete na feminina. Porém, “as medalhas não são o foco das disputas”, segundo o atleta representante do município de Monte Alto, Erick Oliveira, 23. De acordo com o jovem montealtense, “a real importância é competir e superar seus próprios limites dentro do esporte” - ponto de vista um tanto contraditório ao histórico do competidor, que luta há 11 anos e está participando pela sexta vez dos Jogos Regionais, em que venceu três anos e, nas outras edições que participou, conquistou a segunda colocação.

“É muito gratificante ver o revezamento de tantos atletas no tatame. Em uma geração tão tecnológica, podemos ver que a busca do esporte, em questão o karatê, ainda é grande”, comentou o vice-presidente da Federação de Karatê Paulista, Edson Petroni.

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